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Pragas de grãos: como o armazenamento inadequado gera prejuízos e riscos à saúde

6 de abril de 2021Atualizado em 26 de outubro de 2026Por Equipe Detecta4 min de leitura
Capa do artigo sobre pragas e grãos.

Para quem planta, beneficia ou vende grãos, o trabalho não termina quando a colheita sai do campo. Produtores do agronegócio, cooperativas, cerealistas e grandes redes de varejo sabem que boa parte da qualidade do arroz, do feijão, do milho ou da soja que chega ao consumidor depende do que acontece depois da lavoura: no armazém, no silo e no transporte.

A armazenagem é um conjunto de etapas que inclui limpeza, secagem, tratamento fitossanitário, transporte e classificação. Quando bem executadas, essas etapas mantêm os grãos com baixa umidade e livres de pragas, fungos e bactérias. Somada à escolha de locais apropriados para a estocagem, essa rotina consegue preservar as características do produto por bastante tempo.

Investir em boas práticas de armazenagem traz dois ganhos principais. O primeiro é evitar a perda de mercadoria, que pesa no caixa de produtores e fornecedores. O segundo é proteger a reputação da marca diante do consumidor final. Não é raro encontrar reclamações em sites como o Reclame Aqui de pessoas que perceberam um cheiro estranho ao cozinhar um simples arroz em casa. Um único episódio desses pode arranhar a imagem de uma empresa construída ao longo de anos.

Mas as pragas de grãos são muito mais do que um aborrecimento para o consumidor. Elas representam um risco à saúde pública e uma ameaça para toda a cadeia de alimentos: indústrias alimentícias, bares, cafés, restaurantes, supermercados, comércios de alimentos, fábricas, armazéns e silos.

Perdas que chegam a bilhões de reais

É justamente no armazenamento que os problemas costumam começar. Os grãos chegam do campo com impurezas e umidade elevada e, sem medidas preventivas, a situação rapidamente sai do controle. Depois que os insetos se instalam, os danos ao produto são praticamente irreversíveis.

A lista de itens atacados por esses insetos, e também por outras pragas urbanas, como baratas e ratos, é extensa: sementes, cereais como arroz, feijão e milho, farinhas e farelos, chocolate em pó e em barra, frutas desidratadas e até tabaco. E o problema não se limita ao meio rural: aparece também em áreas urbanas e dentro de casa.

Na cadeia produtiva, o prejuízo vai além da imagem e se traduz em números concretos. Em 2015, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) estimava perdas médias de cerca de 10% de tudo o que era produzido por ano. No mesmo ano, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apontava que as perdas poderiam passar de 15%.

Em 2019, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) converteu essas perdas em valores: em uma única safra, o país deixa de aproveitar aproximadamente R$ 2 bilhões em grãos, prejuízo ligado em grande parte às falhas no armazenamento.

As pragas de grãos mais comuns

Gorgulho ou caruncho (Sitophilus zeamais)

De coloração castanho-escura, o gorgulho prefere arroz, aveia, cevada, milho, soja e trigo. A fêmea deposita os ovos dentro do próprio grão, o que faz com que a larva se desenvolva protegida e o dano só seja percebido quando o produto já está comprometido.

Traça dos cereais (Sitotroga cerealella)

Essa praga começa a atacar ainda na lavoura e pode infestar trigo, arroz, milho, cevada e outros cereais. Suas larvas penetram no grão e se alimentam da parte interna, esvaziando o produto por dentro.

Como a Detecta ajuda a proteger seus grãos

O primeiro passo para resolver uma infestação é identificar e eliminar a fonte do problema, e a Detecta conta com equipe especializada para isso. O controle químico é o método mais usado para combater os insetos que se instalam nas sacarias de alimentos.

Esse trabalho é feito com respeito ao equilíbrio ambiental. Por isso, a Detecta adota o uso de ozônio (O3), a forma triatômica do oxigênio (O2), e de gás carbônico (CO2), elementos capazes de eliminar com segurança as pragas de grãos.

A unidade de Pedreira, que faz parte de uma rede com 35 anos de experiência, atende armazéns, cerealistas, comércios e indústrias em Pedreira, Amparo, Jaguariúna, Santo Antônio de Posse, Serra Negra, Socorro, Aguaí e demais cidades da região.

Quer saber como proteger seu estoque? Fale com a Detecta pelo WhatsApp (19) 99879-8063 ou pelo e-mail contato@detectapedreira.com.br.

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A Equipe Detecta reúne profissionais com atuação técnica em controle de pragas urbanas para ambientes residenciais, comerciais, industriais e corporativos. Os conteúdos publicados no blog são orientados por prevenção, manejo integrado, documentação e segurança na tomada de decisão.

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