O Aedes aegypti é um velho conhecido dos brasileiros, mas muita informação errada ainda circula sobre ele. E acreditar em mitos pode atrapalhar justamente o que mais importa: a prevenção. Para quem vive em Pedreira e nas cidades do Circuito das Águas, onde quintais, jardins e áreas verdes são comuns, separar o que é fato do que é boato ajuda a proteger a família o ano inteiro. Veja a seguir algumas das dúvidas mais frequentes.
Mito 1: machos e fêmeas picam
“Tanto o mosquito macho quanto a fêmea picam e transmitem doenças.”
Falso. Só a fêmea pica e, portanto, só ela transmite doenças. Ela precisa do sangue de mamíferos para que seus ovos amadureçam. O macho, por outro lado, se alimenta de substâncias açucaradas, como néctar e seiva de plantas, e não pica ninguém.
Mito 2: citronela resolve o problema
“Produtos com citronela combatem o mosquito.”
Falso. Velas, incensos e outros produtos à base de citronela podem até afastar os mosquitos por algum tempo, mas o efeito é passageiro e incerto. Eles não eliminam o problema. A forma correta de combater o mosquito da dengue é acabar com os locais onde ele se reproduz, ou seja, eliminar a água parada.
Mito 3: no inverno não há risco
“No inverno, ninguém pega dengue.”
Falso. Nos meses secos e frios, os ovos do mosquito ficam em uma espécie de dormência. Basta, porém, um dia mais quente e uma chuva, ou até a rega do jardim, para que eclodam. Assim, mesmo em épocas de temperatura mais baixa pode haver infestação em locais específicos.
Por isso, a vistoria de quintais, terrenos baldios, pátios de empresas e fábricas e outros espaços deve ser feita o ano todo, procurando e eliminando possíveis criadouros mesmo quando o tempo esfria.
Mito 4: a segunda dengue é sempre hemorrágica
“Quem pega dengue pela segunda vez terá a forma hemorrágica.”
Falso. O risco de desenvolver a forma hemorrágica realmente aumenta a partir do segundo episódio. Isso não significa, no entanto, que vá acontecer obrigatoriamente: o quadro grave pode surgir já na primeira infecção, assim como pode aparecer em qualquer uma das seguintes. Em caso de sintomas, procure atendimento médico.
Mito 5: o mosquito só ataca à noite
“O Aedes aegypti só pica quando escurece.”
Falso. Diferentemente do pernilongo comum, o Aedes aegypti tem hábitos principalmente diurnos. Por isso, a proteção não deve se limitar ao horário de dormir.
Mito 6: ele nasce em água suja
“O mosquito da dengue se cria em esgoto e água poluída.”
Falso. O Aedes aegypti prefere água limpa e parada, como a que se acumula em pratinhos de plantas, garrafas, pneus, calhas e caixas-d’água mal tampadas. São justamente os recipientes mais comuns dentro de casa que merecem atenção.
Uma boa prática é reservar alguns minutos por semana para percorrer a casa: verificar vasos, ralos externos, bebedouros de animais, lonas, brinquedos esquecidos no quintal e qualquer objeto que possa acumular água. Como o ciclo do mosquito, do ovo ao adulto, leva poucos dias, essa rotina semanal interrompe o desenvolvimento das larvas antes que virem mosquitos.
A prevenção começa em casa
Esvaziar recipientes, manter caixas-d’água tampadas, limpar calhas e dar destino correto ao lixo são atitudes simples que reduzem muito as chances de o mosquito se instalar. Quando os cuidados domésticos não bastam ou quando é preciso proteger áreas maiores, como empresas, condomínios e indústrias, o apoio de uma equipe especializada faz diferença.
A Detecta tem 35 anos de experiência no controle de pragas e atende Pedreira, Amparo, Jaguariúna, Santo Antônio de Posse, Serra Negra, Lindóia, Águas de Lindóia, Socorro e Aguaí. Fale com a unidade Pedreira pelo WhatsApp (19) 99879-8063 ou pelo e-mail contato@detectapedreira.com.br.
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