Pequenos, discretos e muito resistentes, os carrapatos são parasitas externos que sobrevivem sugando o sangue de seus hospedeiros. Eles atacam animais domésticos e silvestres e também podem se fixar nas pessoas. Em cidades com bastante área verde, chácaras, sítios e quintais gramados, como acontece em Pedreira e em boa parte da região, conhecer esses aracnídeos ajuda a evitar picadas e problemas de saúde.
O carrapato costuma ficar à espreita no solo, em meio à vegetação e aos gramados, ou escondido em frestas de paredes e muros, aguardando a passagem de um hospedeiro. Ao conseguir subir no corpo, ele caminha até encontrar uma região protegida, como o pescoço ou a cabeça, e ali se prende para se alimentar por horas. Além do incômodo da picada, existe o risco de transmissão de doenças: o carrapato-estrela, por exemplo, é vetor da Febre Maculosa e da Doença de Lyme.
Principais espécies de carrapatos e o que cada uma provoca
Existem várias espécies, e cada uma tem hospedeiros preferidos. Conheça as mais comuns:
Carrapato de Boi – Boophilus microplus

Por que ele preocupa
- Parasita o gado e é responsável por transmitir a Babesiose aos bovinos.
Carrapato-de-cavalo ou Carrapato-estrela – Amblyomma cajennense

O que saber sobre o carrapato-estrela
- Entre todas as espécies, é a que mais parasita o ser humano. Também ataca mamíferos domésticos e silvestres, além de aves. Quando chega à fase adulta, recebe o nome popular de carrapato-estrela.
Carrapato-de-galinha – Argas miniatus

Riscos para as aves
- Ataca galinhas e outros galináceos, transmitindo a bouba, uma doença infecciosa parecida com a sífilis.
Carrapato-vermelho-do-cão – Rhipicephalus sanguineus

Comportamento dentro de casa
- É a espécie típica de cães e gatos. Na fase adulta, prefere se alojar na pele do cachorro. Consegue subir por cercas e muros e se espalha pelo canil, pela casa e por outros cômodos. A boa notícia é que costuma ser de fácil controle.
Como reduzir o risco de infestação
Algumas atitudes ajudam a manter os carrapatos longe da família e dos animais de estimação:
- Mantenha o gramado aparado e o quintal sem acúmulo de mato e entulho.
- Examine cães e gatos com frequência, principalmente atrás das orelhas, no pescoço e entre os dedos, e siga a orientação do veterinário.
- Limpe e vistorie canis, casinhas e caminhas, onde os carrapatos costumam se esconder.
- Depois de passeios em trilhas, pastos ou áreas de mata, confira roupas e pele.
- Vede frestas em muros e paredes que sirvam de abrigo.
Quando a infestação já se instalou no imóvel, só o cuidado com os animais não basta: é preciso tratar o ambiente para interromper o ciclo do carrapato.
Sinais de que há carrapatos no imóvel
Muitas vezes o primeiro aviso vem do próprio animal de estimação: o cão se coça mais que o normal, fica inquieto ou aparece com pequenos caroços que, vistos de perto, são carrapatos presos à pele. Outro indício é encontrar os parasitas subindo por paredes, rodapés, batentes de portas e muros, principalmente perto do local onde o animal dorme. Nesses casos, retirar os carrapatos do pet resolve apenas parte do problema, porque ovos e formas jovens continuam escondidos no ambiente, prontos para uma nova infestação.
Ao retirar um carrapato da pele de uma pessoa, faça isso com cuidado e procure orientação médica se surgirem febre, mal-estar ou manchas no corpo nos dias seguintes.
Controle de carrapatos em Pedreira e região
A Detecta acumula 35 anos de experiência em controle de pragas e realiza o tratamento de ambientes infestados por carrapatos em casas, chácaras, condomínios e empresas. A unidade Pedreira atende também Amparo, Jaguariúna, Santo Antônio de Posse, Serra Negra, Lindóia, Águas de Lindóia, Socorro e Aguaí.
Para agendar uma avaliação ou tirar dúvidas, chame no WhatsApp (19) 99879-8063 ou escreva para contato@detectapedreira.com.br.
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